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iniciativa privada
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que tal baixar os impostos (todos), tornar a economia ficalmente mais competitiva e deixar que os empreendedores se financiem nas capitais de risco privadas que já existem há muito tempo?
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Francisco Mendes Faria
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Fundos de capital de risco nas mãos do Estado é sinónimo de dirigismo administrativo e polÃtico, com todas as más consequências que daà advêm. É a iniciativa privada que tem de se envolver nesse tipo de projectos. Ao Estado compete criar as condições de bom funcionamento da economia, aliviando, por exemplo, a carga fiscal das verdadeiras empresas (e acabando com as falsas empresas de prestação de serviços que existem para apenas fugirem ao IRS pagando a taxa do IRC, como p.e., as sociedades de médicos, de advogados, de arquitectos, etc., etc.). Mas a tentação do estatismo está no ADN destes polÃticos. O resultado está a ver-se...
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João Inglês
(mpl@sapo.pt)
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Este "governo" não pára de surpreender (isto também é uma forma de dinamismo), tentar controlar os capitais privados sob todas as formas, tornará esta sociedade em "monógamica" o que até há bem poucos anos se apelidava de "comunismo". Solução que falhou em toda a linha. Mas o poder é inebriante, e estes "governantes" cada vez mais esquizofrènicos nem se dão conta que o paÃs deles não é o nosso, o do comum dos mortais, que todos os dias sentem o peso dos impostos e da "máquina" fiscal que nos espreme e volta a espremer e que depois de completament secos, convence-se que ainda escondemos mais alguns pingos, e, volta a espremer-nos.
Baixem os impostos, comece o Estado por ser mais cumpridor nos tempos dos pagamentos, moralizando-nos a reduzir os tão logos prazos a que pagamos e recebemos.
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